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Ellen White Defesa em português
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* Jesus não sofreu no calvário? - Era Deus Todo-Poderoso?

QUINTO SEGMENTO DE ACUSAÇÕES-

5. Ellen White formulou ensinamentos contraditórios pretendendo que haviam sido inspiradas por Deus:

 

ACUSAÇÃO-Cristo como Deus não sofreu no Calvário (Manuscript 140, 1903) e, sim sofreu no Calvário (Manuscript 153, 1898).

CITAÇÃO-

"Não tem nada que possa explicar o mistério da encarnação de Cristo. Contudo, sabemos que vindo à esta Terra viveu como um homem entre os homens. O homem Cristo Jesus não era o Senhor Deus Todo-Poderoso, porém Cristo e o Pai são Um. A Divindade não desapareceu sob a angustiosa tortura do Calvário, no entanto não é menos certo que "Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna."

Satanás procurou evitar, em todas as formas possíveis, que Jesus se desenvolvesse dentro de uma infância perfeita, uma idade viril imaculada, um santo ministério e um sacrifício perfeito; mas foi derrotado. Não pôde induzir a Cristo a pecar. Não pôde desanimá-lo e nem apartá-lo da obra que havia vindo fazer nesta Terra. A tormenta da ira de Satanás O assolou desde o deserto até o Calvário; porém quanto mais implacável era, tanto mais firmemente Se agarrou o Filho de Deus à mão de Seu Pai, e avançou pelo ensangüentado caminho (MS 140, 1903).

 

CITAÇÃO-

"NEle habita corporalmente toda a plenitude da Divindade". Os homens necessitam comprender que a Divindade sofreu e se angustiou ante as agonias do Calvário. No entanto, Jesus Cristo, a quem Deus deu para o resgate do mundo, comprou a Igreja com o Seu próprio sangue. A Majestade do céu tinha que sofrer às mãos de fanáticos religiosos que pretendiam ser o povo com maior conhecimento sobre toda a Terra (MS 153, 1898).

 

 

RESPOSTA-

Como se pode perceber, estes parágrafos que tratam do tema dos sofrimentos de Jesus são paralelos e não se contradizem para um leitor neutro. Porém para leitores que abrigam o desejo de criticar, lhes é razoável encontrar algo que em realidade não aparece nos escritos. Na primeira citação é dito que "a divindade não desapareceu com a tortura do calvário", o qual é correto para todo cristão. Na segunda, que "a divindade sofreu e se angustiou diante das agonias do Calvário", o que é o mais evidente se existe amor e unidade entre o Pai, Filho e Espírito Santo.

 

O que parecem objetar da primeira citação é que no inglês original aparece a frase "Deity did not sink". Os críticos interpretam a palavra "sink" como sofrimento, mas o verdadeiro significado concorda com 'naufragar' ou 'sucumbir'. Assim pode-se entender que a divindade (de Cristo) não sucumbiu, (ou desapareceu) com os sofrimentos do Calvário.

 

Adicionalmente mencionaremos que outros críticos acusam a Ellen White de não crer na divindade de Cristo, por Ele enunciado, como aparece antes da frase já analisada, onde é dito, "O homem Cristo Jesus não era o Senhor Deus Todo-Poderoso". Isso é interpretado como se quissesse dizer que Jesus não era Deus.

 

Lendo o contexto podemos nos dar conta de que essa é uma interpretação aberrante por parte dos críticos, já que diz: "Não existe nada que possa explicar o mistério da Encarnação de Cristo. Contudo, sabemos que vindo a esta Terra viveu como um homem entre os homens."

Ao falar da encarnação de Cristo e de como viveu "como" homem, pode-se entender que Ele era de origem Divina, o que é afirmado imediatamente ao ser dito: "No entanto Cristo e o Pai são Um". Fica claro o sentido de que "o homem Cristo Jesus", em realidade se refere a Seu estado corporal limitado como ser humano que Se adaptou, não obstante não deixar de ser Um com o Pai.

 

O que ela sempre quis dizer acerca de que Cristo era no sentido de limitação corporal como homem. a despeito disso o homem Jesus (a humanidade de Jesus) não deixou de ser Um com o Pai. Isso é compatível com o que lemos em Romanos 8:3 "Porquanto o que era impossível à lei, visto como estava enferma pela carne, Deus, enviando o seu Filho em semelhança da carne do pecado, pelo pecado condenou o pecado na carne;…" 

 

Ellen White sempre pregou a divindade de Cristo, e criticar este escrito de uma maneira tão superficial, equivaleria a pôr em descrédito versículos como 1 Timóteo 2:5 que diz: "Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem."




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